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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Morre nos Estados Unidos o criador do primeiro PC


Henry Edward Roberts faleceu aos 68 anos na quinta-feira (1).
Filho diz que ele queria ver um iPad antes de morrer.

O criador do primeiro computador pessoal, o Altair 8800, Henry Edward Roberts, morreu na quinta-feira (1). Aos 68 anos, o homem que inspirou Bill Gates a fundar a Microsoft, lutava contra uma pneumonia.

Roberts investiu na criação de um kit que unisse capacidade computacional que fosse fácil de montar e que qualquer cidadão poderia comprar. Uma reportagem sobre o computador MIT S Altair 8800, publicada em 1975 na revista norte-americana "Popular Electrics", inspirou Bill Gates e seu amigo de infância Paul Allen a criarem a Microsoft, que criaria programas para a máquina.

O criador do primeiro PC era um ex-militar, mas também trabalhou como fazendeiro e como médico, sem perder contato com os avanços da tecnologia. Recentemente, segundo seu filho David Roberts, ele revelou a Gates que gostaria de trabalhar com nanotecnologia. “Ele achava que era muito interessante o que as empresas estavam fazendo com os processadores”, contou David.

Em comunicado, Gates e Allen afirmaram que Roberts sempre acreditou neles. “Éramos dois jovens que acreditávamos nos computadores antes mesmo deles se tornarem populares. Roberts investiu nisso e sempre seremos gratos. O dia que nosso primeiro programa funcionou no Altair foi o começo de grandes oportunidades. Teremos ótimas lembranças de Roberts para sempre”.

Nascido em 1941 na cidade de Miami, na Flórida, Roberts nunca imaginou ter iniciado uma revolução na tecnologia. Ele serviu na Força Aérea dos Estados Unidos e se formou como engenheiro eletricista pela universidade de Oklahoma em 1968. Mais tarde, seu interesse por tecnologia o levou a criar uma empresa de produção de calculadoras. Quando grandes empresas como a Texas Instruments entraram neste mercado, Roberts se endividou .

Enquanto isso, ele foi se interessando por computadores, em uma época que as máquinas ocupavam andares inteiros de prédios e existiam apenas nas universidades. “Ele veio com a ideia de que qualquer pessoa poderia ter estes computadores em casa”, afirmou seu filho. “Ele esperava vender poucas unidades, o suficiente para sanar a dívida”. O próprio criador mais tarde diria que seu esforço foi “um esquema megalomaníaco” de uma ambição que o perseguiu durante a juventude.



Caixa de metal repleta de luzes vermelhas operado por chaves

Em 1996, Roberts disse a um programa de TV chamado de “O Triunfo dos Nerds” que na época que criou o primeiro PC, ele não tinha experiência alguma. “Não sabíamos o que fazer com ele”. Em 1997, em entrevista ao jornal “Constitution”, de Atlanta, nos EUA, ele afirmou: “Eu achava que havia um bando de loucos como eu que gostaria de ter um computador em casa. Para entusiastas, era o aparelho do futuro”.

O Altair 8800 era muito diferente dos computadores atuais. Ele era uma caixa de metal repleta de luzes vermelhas operado por chaves. Não possuía um monitor. “Nos seus primeiros anos, ele não apresentava utilidade alguma. As pessoas o compraram apenas achando que seria legal montar um computador”, afirmou Bill Gates em uma entrevista.

Roberts fundou a Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS), que vendia os kits. Os jovens Gates e Allen mais tarde fundariam a Microsoft na cidade de Albuquerque, no estado do Novo México, onde a MITS estava localizado, e criariam uma linguagem de computador que ajudaria a programar e a operar o Altair. Ele vendeu sua empresa em 1977 e se tornou um fazendeiro no estado da Georgia antes de estudar medicina e se formar na universidade Mercer em 1986.


De acordo com o seu filho, Roberts trabalhou como médico até o fim da sua vida, sem nunca perder o interesse pela tecnologia. “Enquanto estava doente de cama, ele chegou até a pedir um iPad. Ele estava curioso para ver um”, afirmou.

Foi aprovado nos EUA o uso de telescópio para ser implantado no olho




Um telescópio em miniatura criado para ser implantado no olho foi aprovado para o uso nos Estados Unidos. O equipamento é destinado a pessoas com uma degeneração irreversível que cria um ponto cego na visão central de ambos os olhos (veja a aba "fotos" acima para entender melhor). As informações são do Daily Mail.

Segundo a reportagem, o telescópio substitui as lentes naturais dos olhos e é capaz de criar um "zoom" de aproximadamente três vezes. O equipamento, após aumentar as imagens, as projeta em uma área saudável da retina.

O implante só pode ser utilizado em um dos olhos, pois o outro é necessário para manter a visão periférica. Após a cirurgia, o paciente precisará de um tempo de reabilitação para "retreinar" o cérebro a combinar as imagens dos dois olhos.

O público alvo são pacientes com 75 anos ou mais e que sofrem da doença. Segundo a empresa, testes clínicos indicaram que 75% dos pacientes relataram uma melhora na capacidade da visão.

Segundo o órgão regulador americano (FDA), os pacientes talvez precisem de um transplante de córnea após a operação. A reportagem afirma que cada telescópio custa US$ 15 mil (R$ 26,47 mil), mas não há informações sobre o custo da operação e do tratamento de reabilitação.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Um ponto de Interrogação

Bom dia caros leitores amigos.

Ontem vi um fato que me deixou intrigado e ao mesmo tempo pensativo sobre o serhumano.
Ouvi comentarios sobre a cobrança do onibus que transporta alunos da Faculdade Faef de Marilia a Garça.
Foram feitos comentarios a favor da cobrança e comentarios contras.
Vamos aos fatos prós e contras:

- Os contras:
Pelo que foi comentado a faculdade não avisou antecipadamente os alunos sobre a cobrança e nem abriu excessões na primeira semana sobre a cobrança.
Os alunos que não tinham o dinheiro para pagar a passagem não puderam assistir aula o que na minha opinião esta errada, pois a faculdade privou os alunos de frequentarem o curso, pois era um acordo da faculdade com os alunos a utilização do onibus para o transporte.
Erroneamente os alunos utilizaram de forma indevida o seu poder de reclamar sobre algo, pois não deixavam entrar quem queria pagar e assistir a aula e ainda culpando os motoristas sobre a decisão onde os mesmo são apenas funcionários.
Na minha opinião todo forma de protesto que venha prejudicar o seu próximo é algo de absurdo e corretamente falando burro, pois temos que reinvidicar mas não atrapalhar.

 - A Favor:
Porque deve-se cobrar a passagem:
Sempre foi a reclamação que o onibus andava lotado e não havia lugar para sentar, mas nunca ninguem se propos a argumentar com a faculdade sobre esta situação.
Por ser gratuito havia pessoas que guardavam lugar, ou seja, violava o direito do proximo, pois se eu estou ali no momento e o lugar esta vazio tenho o direito de ocupa-lo.
Infelizmente o homem não sabe utilizar o seu livre arbitrio, pois ele tem que ser regrado em tudo.
Então na minha opinião a faculdade está certa sim em cobrar, pois vem a ser uma forma de orientar e mostrar aos usuarios que temos obrigações a cumprir e leis a respeitarem podemos reclamar, mas com razão.

Tenha um bom dia queridos.
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