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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Viagem a Praia de Fusca

Viajando de Fusca


No dia 3 de Janeiro de 2015 depois de um mes de preparação, resolvemos ir a praia de Itanhaem de Fusca.
Tudo se iniciou as 3 da manha onde começamos nossa jornada a partir de Marilia, onde passamos por Ourinhos, São Miguel do Arcanjo, Tapirai, Juquia e depois a chegada a Itanhaem.
Foram 12 horas de muita aventura, sem o fusca dar nenhum problema, varias paradas para fotos.

Olha como estava a criança momentos antes da partida

A primeira parada na Raposo Tavares

Olha a segunda parada foto com todo pessoal, meus tios, minha prima e minha nora, nessa meu filho resolveu tirar a foto

Na terceira parada ja estavamos na Serra do Macaco em direção a Juquia


Na quarta parada estrategica, o que tinha sido levado nos carros ja havia acabado, o povo que gosta de comer, ja estavamos em Juquia agora alem de abastecer o carro nos abastecemos tambem...
Como diz a frase ve se tem no posto Ipiranga e tinha lanche..rsssss





Depois somente curtir uma semana deliciosa, que venham outras






quinta-feira, 31 de março de 2011

Pessoas que Deus coloca em nossas Vidas

Bom eu sei que este site é sobre tecnologia...mas...quero postar algo diferente.
Vou postar um site de um blog que poderá com suas palavras ajudar muito em um momento de angustia sofrimento e reflexão.
Uma pessoa muito abençoada e amiga esta se dedicando a este site.
Fiquem a vontade para visitar.
O site vem a ser http://vanpillon.blogspot.com/
Que Deus abençoe a todos.

Um bom dia a todos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Tecnologia Móvel do Futuro.

Todas as informações a seguir foram retiradas de sites da internet.
Para maiores informações entrem no site da empresa : http://www.myrolltop.com/what-is-rolltop.html



Já pensou em dobrar o computador, colocar debaixo do braço e sair andando por aí?
Pois é, o Rolltop é a mais nova novidade da informática. Com seus ótimos recursos e design brilhante ele é capaz de trazer ainda mais conforto e praticidade do que um notebook ou netbook. A grande exclusividade é que você pode dobrá-lo, ficando assim em forma de um rolo.

Todas as funcionalidades do Rolltop são feitas através do Touch Screen.

Ele oferece uma tela de 17 polegas, fonte de energia, alto-falante,webcam,portas USB e entre outras ferramentas que você pode encontrar no site oficial do produto – MyRollTop

Um grande abraço a todos....

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Morre nos Estados Unidos o criador do primeiro PC


Henry Edward Roberts faleceu aos 68 anos na quinta-feira (1).
Filho diz que ele queria ver um iPad antes de morrer.

O criador do primeiro computador pessoal, o Altair 8800, Henry Edward Roberts, morreu na quinta-feira (1). Aos 68 anos, o homem que inspirou Bill Gates a fundar a Microsoft, lutava contra uma pneumonia.

Roberts investiu na criação de um kit que unisse capacidade computacional que fosse fácil de montar e que qualquer cidadão poderia comprar. Uma reportagem sobre o computador MIT S Altair 8800, publicada em 1975 na revista norte-americana "Popular Electrics", inspirou Bill Gates e seu amigo de infância Paul Allen a criarem a Microsoft, que criaria programas para a máquina.

O criador do primeiro PC era um ex-militar, mas também trabalhou como fazendeiro e como médico, sem perder contato com os avanços da tecnologia. Recentemente, segundo seu filho David Roberts, ele revelou a Gates que gostaria de trabalhar com nanotecnologia. “Ele achava que era muito interessante o que as empresas estavam fazendo com os processadores”, contou David.

Em comunicado, Gates e Allen afirmaram que Roberts sempre acreditou neles. “Éramos dois jovens que acreditávamos nos computadores antes mesmo deles se tornarem populares. Roberts investiu nisso e sempre seremos gratos. O dia que nosso primeiro programa funcionou no Altair foi o começo de grandes oportunidades. Teremos ótimas lembranças de Roberts para sempre”.

Nascido em 1941 na cidade de Miami, na Flórida, Roberts nunca imaginou ter iniciado uma revolução na tecnologia. Ele serviu na Força Aérea dos Estados Unidos e se formou como engenheiro eletricista pela universidade de Oklahoma em 1968. Mais tarde, seu interesse por tecnologia o levou a criar uma empresa de produção de calculadoras. Quando grandes empresas como a Texas Instruments entraram neste mercado, Roberts se endividou .

Enquanto isso, ele foi se interessando por computadores, em uma época que as máquinas ocupavam andares inteiros de prédios e existiam apenas nas universidades. “Ele veio com a ideia de que qualquer pessoa poderia ter estes computadores em casa”, afirmou seu filho. “Ele esperava vender poucas unidades, o suficiente para sanar a dívida”. O próprio criador mais tarde diria que seu esforço foi “um esquema megalomaníaco” de uma ambição que o perseguiu durante a juventude.



Caixa de metal repleta de luzes vermelhas operado por chaves

Em 1996, Roberts disse a um programa de TV chamado de “O Triunfo dos Nerds” que na época que criou o primeiro PC, ele não tinha experiência alguma. “Não sabíamos o que fazer com ele”. Em 1997, em entrevista ao jornal “Constitution”, de Atlanta, nos EUA, ele afirmou: “Eu achava que havia um bando de loucos como eu que gostaria de ter um computador em casa. Para entusiastas, era o aparelho do futuro”.

O Altair 8800 era muito diferente dos computadores atuais. Ele era uma caixa de metal repleta de luzes vermelhas operado por chaves. Não possuía um monitor. “Nos seus primeiros anos, ele não apresentava utilidade alguma. As pessoas o compraram apenas achando que seria legal montar um computador”, afirmou Bill Gates em uma entrevista.

Roberts fundou a Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS), que vendia os kits. Os jovens Gates e Allen mais tarde fundariam a Microsoft na cidade de Albuquerque, no estado do Novo México, onde a MITS estava localizado, e criariam uma linguagem de computador que ajudaria a programar e a operar o Altair. Ele vendeu sua empresa em 1977 e se tornou um fazendeiro no estado da Georgia antes de estudar medicina e se formar na universidade Mercer em 1986.


De acordo com o seu filho, Roberts trabalhou como médico até o fim da sua vida, sem nunca perder o interesse pela tecnologia. “Enquanto estava doente de cama, ele chegou até a pedir um iPad. Ele estava curioso para ver um”, afirmou.

Foi aprovado nos EUA o uso de telescópio para ser implantado no olho




Um telescópio em miniatura criado para ser implantado no olho foi aprovado para o uso nos Estados Unidos. O equipamento é destinado a pessoas com uma degeneração irreversível que cria um ponto cego na visão central de ambos os olhos (veja a aba "fotos" acima para entender melhor). As informações são do Daily Mail.

Segundo a reportagem, o telescópio substitui as lentes naturais dos olhos e é capaz de criar um "zoom" de aproximadamente três vezes. O equipamento, após aumentar as imagens, as projeta em uma área saudável da retina.

O implante só pode ser utilizado em um dos olhos, pois o outro é necessário para manter a visão periférica. Após a cirurgia, o paciente precisará de um tempo de reabilitação para "retreinar" o cérebro a combinar as imagens dos dois olhos.

O público alvo são pacientes com 75 anos ou mais e que sofrem da doença. Segundo a empresa, testes clínicos indicaram que 75% dos pacientes relataram uma melhora na capacidade da visão.

Segundo o órgão regulador americano (FDA), os pacientes talvez precisem de um transplante de córnea após a operação. A reportagem afirma que cada telescópio custa US$ 15 mil (R$ 26,47 mil), mas não há informações sobre o custo da operação e do tratamento de reabilitação.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Um ponto de Interrogação

Bom dia caros leitores amigos.

Ontem vi um fato que me deixou intrigado e ao mesmo tempo pensativo sobre o serhumano.
Ouvi comentarios sobre a cobrança do onibus que transporta alunos da Faculdade Faef de Marilia a Garça.
Foram feitos comentarios a favor da cobrança e comentarios contras.
Vamos aos fatos prós e contras:

- Os contras:
Pelo que foi comentado a faculdade não avisou antecipadamente os alunos sobre a cobrança e nem abriu excessões na primeira semana sobre a cobrança.
Os alunos que não tinham o dinheiro para pagar a passagem não puderam assistir aula o que na minha opinião esta errada, pois a faculdade privou os alunos de frequentarem o curso, pois era um acordo da faculdade com os alunos a utilização do onibus para o transporte.
Erroneamente os alunos utilizaram de forma indevida o seu poder de reclamar sobre algo, pois não deixavam entrar quem queria pagar e assistir a aula e ainda culpando os motoristas sobre a decisão onde os mesmo são apenas funcionários.
Na minha opinião todo forma de protesto que venha prejudicar o seu próximo é algo de absurdo e corretamente falando burro, pois temos que reinvidicar mas não atrapalhar.

 - A Favor:
Porque deve-se cobrar a passagem:
Sempre foi a reclamação que o onibus andava lotado e não havia lugar para sentar, mas nunca ninguem se propos a argumentar com a faculdade sobre esta situação.
Por ser gratuito havia pessoas que guardavam lugar, ou seja, violava o direito do proximo, pois se eu estou ali no momento e o lugar esta vazio tenho o direito de ocupa-lo.
Infelizmente o homem não sabe utilizar o seu livre arbitrio, pois ele tem que ser regrado em tudo.
Então na minha opinião a faculdade está certa sim em cobrar, pois vem a ser uma forma de orientar e mostrar aos usuarios que temos obrigações a cumprir e leis a respeitarem podemos reclamar, mas com razão.

Tenha um bom dia queridos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Como funciona a tecnologia 3D?

Realidade em três dimensões. Certamente você já ouviu falar sobre esse conceito. Os efeitos em terceira dimensão estão se tornando cada vez mais comuns em nosso cotidiano e, para um futuro próximo, parecem estar encaminhando para se tornar a nova febre do mundo do entretenimento.

Mas o que poucos sabem é que, embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm  mais de meio século. Para se ter uma ideia em 1952, nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela – ainda que precária – causou furor no público.

Assim, durante toda a década outras experiências foram feitas, mas à época as prioridades eram outras. Era preciso aprimorar o som, o formato de exibição de imagem, reformar as salas de cinema e aprimorar os óculos de papel - com uma lente azul e outra vermelha – que além de ser desconfortáveis causavam dor de cabeça e enjoo em algumas pessoas.

Afinal, como é feito o 3D e por que vemos em três dimensões?

A terceira dimensão não existe,  é apenas uma ilusão da sua mente. Literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.

Seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e,  nesse processo, obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.

Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.
A sua percepção é que faz a diferença no 3D

A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Ou melhor, até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.

Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

Porque o 3D é a menina dos olhos do entretenimento

Grande parte das tecnologias desenvolvidas para as áreas de entretenimento nasceram de experiências realizadas primeiramente no mundo do cinema. E o cinema, por sua vez, “brinca” de ser laboratório apenas quando se sente ameaçado. Foi assim quando a TV se desenvolveu que o cinema procurou aperfeiçoar a qualidade das projeções.

Quando a TV começou a crescer, com o home vídeo, vieram as novidades em termos de som e imagens digitais. E agora, quando ter um cinema em casa já não é mais novidade e o acesso a qualquer produto de entretenimento ficou mais fácil graças  à internet, os efeitos em 3D surgem como uma salvação para a indústria.
Telas em 3D começam a chegar ao Brasil.

As explicações para isso são simples. Em primeiro lugar o 3D, por enquanto, é a arma mais eficaz para combater a pirataria. Qualquer espectador mal intencionado, com uma câmera na mão, que tentar entrar numa sala de exibição 3D para tentar filmar a tela e jogar na internet vai se dar mal. Sem os óculos especiais as imagens que compõe a projeção 3D não passam de um borrão na tela.

Com o avanço das tecnologias de home theater, é bem possível que muitas pessoas já tenham em casa  salas de cinema melhor estruturadas do que muitos cinemas pequenos, com antigas estruturas. Com isso, muito se perguntam: porque pagar mais caro para ver um filme no cinema se pode ver com uma qualidade quase igual no conforto da minha casa? Nesse quesito o 3D surge com um diferencial. Afinal, por mais que exista qualidade de projeção, ainda não existe nada feito em 3D para ser exibido em home vídeo com a mesma qualidade que você encontra nas telonas.

As salas de cinema IMAX

Em termos de tecnologia 3D não há novidades nas salas de cinema IMAX. O que acontece nelas é a potencialização tanto do áudio quanto do vídeo nas melhores condições possíveis para que sua experiência seja algo realmente tridimensional.

A começar pelo tamanho da tela. Ela mede 12 metros de altura por 22 metros de largura. São 264 metros quadrados apenas de tela. Além disso, o som utilizado nessas salas chega a ter 14 mil watts de potência. Mesmo em condições normais de projeção, sem o 3D, isso já o suficiente para  deixá-lo  bastante impressionado.

Realismo absoluto nas cenas em terceira dimensão.

A geometria das salas também é personalizada, visando maximizar o campo de visão do espectador. A tela de uma sala IMAX é levemente côncava, o que colabora para a ampliação do campo. Por enquanto no Brasil são apenas duas salas. Uma em São Paulo e, a maior delas, em Curitiba.

Questão de tempo para outra mudança acontecer

Se a indústria cinematográfica é pioneira, por outro lado, não é a única e também está sujeita  a evolução cada vez mais rápida das novas tecnologias. A maior prova disso é que, enquanto o 3D dá os primeiros passos nos cinemas brasileiros (atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato) fora da grande tela outras mídias já dão seus primeiros passos em direção a essa nova realidade.

Nesta semana o YouTube disponibilizou um dos primeiros vídeos de experimentação em 3D do site. A ideia é que os usuários, tendo em mãos um dos vários tipos de óculos que permitem a visualização de imagens em três dimensões, possam relatar o que viram e, com isso, possa ser aprimorada a experiência de exibições como essa.

Com as televisões não é diferente. No início do ano, durante a CES (Consumer Electronics Show) 2009, uma das principais feiras do segmento de eletroeletrônicos do mundo, empresas como a Sony, Panasonic, Samsung, LG e Mitsubishi mostraram alguns protótipos de TVs especiais com capacidade 3D.

Ainda não há uma data para o seu lançamento oficial, mas de acordo com a Panasonic a ideia é colocar o produto à  venda já em 2010. O grande diferencial deste produto é que eles dispensam a necessidade dos óculos 3D. Embora ainda com falhas, é uma mostra que há um bom potencial de desenvolvimento nesse quesito.

A Philips também tem alguns aparelhos como esse em teste sendo comercializados para grandes corporações. Estimativas dão conta que o preço desses aparelhos, que utilizam uma tecnologia batizada de WoW vx, gira na faixa de onze mil euros.

Pequenos avanços colocados no mercado nos últimos anos estão tornando essa possibilidade mais real. Um deles é o aumento da frequência das telas de LCD, de 60 Hz para freqüências de 120 Hz e 240 Hz. Isso permite imagens em movimento mais nítidas e com menos borrões durante as transições.

Como isso é possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.

Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem.  Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.
O futuro vai invadir sua casa.

Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.

Terceira dimensão na palma da sua mão

Depois das TVs os próximos a ganhar telas 3D serão os celulares, players e iPods. Mas se anteriormente dissemos que a percepção do 3D só é eficiente em aparelhos de TV superiores as  30 polegadas, como isso será possível nas pequenas telas dos celulares?

Na tecnologia móvel 3D é você quem fará a diferença. Quanto mais próximo você chegar do aparelho, menor será o campo da sua visão (o espaço entre você e o aparelho), mas seu campo de visão (o espaço que você enxerga) permanece o mesmo.

A ideia não é nova, apenas o seu desenvolvimento é que é. A Sharp lançou  em 2003 um modelo 3D no Japão. Equipamentos como esse não fizeram sucesso ainda pelo simples fato que praticamente não há conteúdo disponível nesse formato para os aparelhos. Se você já é usuário do iPhone também pode assistir a vídeos em 3D, mas para isso vai precisar usar óculos especiais.

Reportagem Retirada do Site Baixaki
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